Estratégia

O Imposto da Espera: o custo do trabalho que fica parado

Entre conhecer um problema e ver a solução funcionando, existe um tempo em que nada acontece. Ele não aparece no orçamento, mas toda empresa paga.

O tempo que não aparece na planilha

Toda decisão de empresa passa por quatro momentos: alguém conhece o problema, alguém decide o que fazer, alguém executa e, por fim, as pessoas adotam o jeito novo. O trabalho em cada momento costuma ser rápido. O que demora é o intervalo entre eles.

O contrato que precisa ser renegociado espera alguém de Compras com tempo para levantar o uso. O plano espera a reunião em que a diretoria vai decidir. O sistema novo espera o gestor ter horas para responder a mesma dúvida pela décima vez. O Grupo GUS chama esse intervalo de Imposto da Espera.

Por que ele é caro

A espera não gera uma linha no orçamento, então ninguém a mede. Mas ela tem efeitos concretos:

  • O contrato vence antes de a negociação começar, e a empresa renova pela proposta do fornecedor.
  • A medição do mês não é conferida, e a nota é paga como chegou.
  • O plano anual é aprovado tarde, quando as premissas já mudaram.
  • A empresa paga pelo sistema novo e continua operando pelo antigo.

Em todos os casos, o problema não é falta de competência. É falta de alguém com tempo dedicado para empurrar o trabalho até o fim.

Quem paga hoje

Na maioria das empresas, quem faz o trabalho andar é o gestor, nas horas que ele não tem. O trabalho importante convive com a operação do dia, e perde. É por isso que tantas iniciativas boas ficam paradas no meio.

Como os especialistas digitais entram nisso

A ideia por trás dos especialistas do NEXO é simples: tirar a espera de um tipo de trabalho específico. O NOSA pega a demanda de compra de tecnologia assim que ela chega. O TRIA confere a medição sem esperar alguém ter tempo. O ZENO mantém o plano vivo entre uma reunião e outra. O LUME acompanha cada pessoa até o jeito novo virar rotina. A NORIA conduz o pedido até a resolução.

O especialista executa, e a decisão continua com quem responde por ela. O que muda é que a decisão chega pronta, com o trabalho feito, em vez de chegar atrasada ou não chegar.

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