O contrato assinado é o começo
Compras de TI recebem muita atenção antes da assinatura: requisitos, propostas, negociação. Depois, o contrato vai para uma pasta e a gestão vira rotina de pagar a nota do mês. É nessa fase que aparecem as diferenças entre o que foi contratado e o que está sendo entregue.
Onde as diferenças aparecem
- Body shop: horas lançadas acima da alocação aprovada, ou perfil cobrado diferente do contratado.
- Fábrica de software: entregas atrasadas, retrabalho e defeitos depois do aceite.
- Rate card: valor-hora cobrado fora da tabela vigente.
- Consumo contratual: o contrato acaba antes do previsto, ou sobra sem uso.
- Risco de terceiros: um fornecedor crítico muda de situação e ninguém percebe.
Por que ninguém confere
Não é descuido. Conferir uma medição exige cruzar contrato, alocação, rate card e evidência de entrega, todo mês, para cada fornecedor. É trabalho de dias que ninguém tem tempo de fazer, então a nota é paga como chegou.
Como o TRIA trabalha
O TRIA recebe o pedido em linguagem natural, reúne contratos e evidências, cobra fornecedores e gestores e aplica as regras. O que volta é um veredito com o pacote de apoio: parecer, planilha de divergências, evidências e, quando preciso, a notificação pronta. Agentes executam, especialistas validam e a decisão é da empresa.
Para começar pequeno, o TRIA oferece um BIA gratuito de um processo crítico, uma rodada de cerca de 30 dias, sem cobrança retroativa e sem renovação automática.